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preparo, afeto e suporte:
a importância dos ciclos
de educação na 1ª infância

Atravessar o primeiro ciclo educacional com segurança afetiva e pedagógica constrói bases sólidas para a vida escolar e social de cada criança

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MATRÍCULAS 2020

A educação de crianças e jovens brasileiros é estabelecida em etapas. Sendo a primeira, que serve como base para toda a sequência do desenvolvimento escolar, a Educação Infantil é direcionada para crianças de até 5 anos. A faixa etária abrange um momento indispensável para a formação da criança, tanto como estudante quanto como indivíduo. Atravessar o ciclo da 1ª infância com acolhimento, suporte e preparo gera benefícios que são percebidos tanto de imediato quanto ao longo da vida.

 

A Educação Infantil é responsável pelo desenvolvimento integral da criança, considerando os aspectos físicos, psicológicos, intelectual e social. Pesquisas recentes apontam que é nessa etapa que a criança adquire habilidades que afetarão sua qualidade de vida ao longo dos anos seguintes. Através de relações e estímulos saudáveis, a criança desenvolve funções cognitivas, executivas e sociais que farão toda a diferença na vida adulta.

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"Aqui acreditamos que a base curricular pedagógica deve estar associada ao desenvolvimento afetivo e social de cada criança", defende Fernanda Crivelli, Coordenadora Pedagógica da Recanto dos Sabidinhos. "Para nós, acolher e incentivar sua autonomia é parte de um processo que tem início, meio e fim. Nossa missão é formar crianças felizes, saudáveis e preparadas para o 1º ano do Ensino Fundamental", completa.

A coordenadora explica que cada ano serve de base para o aprendizado do próximo. É tudo planejado e construído passo a passo, para que o desenvolvimento seja gradativo e completo, adequado para cada faixa etária. "Nossos alunos se preparam ao longo de todo o período letivo para a mudança no ano seguinte, seja para continuar o ciclo na escola ou para seguir para o 1º ano. A meta é que cada criança siga segura e tranquila para a próxima etapa", conta Fernanda.

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O Miguel entrou na escola com 1 ano e dois meses e desde o primeiro momento até o último eu não tive problema nenhum com isso. Da Recanto ele saiu lendo, escrevendo. Além da parte pedagógica, super importante, tem toda uma estrutura de afeto, respeito aos colegas, segurança para as mães. Sempre me apoiaram e tiraram todas as minhas dúvidas. Ele saiu pronto para a escola nova, encontrou crianças na turma que não estavam preparadas e eu senti que ele teve que parar um pouco para que elas conseguissem acompanhar. Sinto saudades da escola, acho que nunca vou encontrar outra como a experiência que eu tive na Recanto dos Sabidinhos.

 

Luciana Leonardo Sansevero, mãe do Miguel (ex-aluno)

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Cláudia Laguna, mãe de Emanuel, recém formado na Recanto, viveu esse momento de perto. "Sinto que meu filho saiu preparado para o 1º ano, seguro e com a autonomia necessária", comenta.  "A escola o preparou para a transição, dando a formação pedagógica mas também ensinando coisas como amarrar os sapatos, respeitando o ritmo de cada um", completa. Cláudia é ex-aluna da escola e seus filhos já são a quarta geração da família a passar por lá. A filha mais nova, Olívia, continua matriculada. "Acredito que cada início deve ter um final, e que esse ciclo é importante para a criança", reforça.

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A Recanto dos Sabidinhos superou minhas expectativas, porque eles me ajudaram muito na formação do Felipe como pessoa. Ele era uma criança com muito medo, que desconfiava até da sombra. A escola me ajudou muito nessa questão, dando uma atenção especial no caso dele. Na primeira série ele foi para um colégio grande e eu estava muito insegura, mas ele agora é outra criança, super confiante. Já me ligaram da escola nova pedindo para ele fazer uma apresentação para os pais, porque ele fala muito bem com o público. Ou seja, a mudança foi de 0 para 100. E acho que isso foi um trabalho conjunto entre os pais e a escola. Acho que se você fica trocando a criança de escola, você interrompe um trabalho que já está em andamento. A intenção é manter o Gabriel até o final também, cumprindo o ciclo. Acho que a experiência amadurece a criança.

 

Denise Zevoli Nakada, mãe do Gabriel (aluno) e do Felipe (ex-aluno)

A situação se repetiu para Helaine de Oliveira, mãe de Davi (recém-formado) e Arthur (ainda aluno). "O Davi está extremamente feliz cursando o 1º ano. Ele chegou seguro e conseguiu seguir adiante, apesar do vínculo afetivo com a escola anterior", comenta. Ela reforça que a preparação proposta pela escola fez diferença e que não se arrepende de ter mantido o filho até o último ano. "Quando falamos de trocá-lo de escola antes do final do ciclo, para uma que já seguisse para o Ensino Fundamental, ele ficou inseguro e não gostou da ideia. Acredito que agora ele esteve mais aberto à mudança justamente porque a escola o preparou para essa nova fase", conta.

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Mudança de escola:
segurança e transição leve

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Embora alguns fantasmas possam assombrar os pais de crianças nessa faixa etária, como a possibilidade de transferir as crianças ainda na pré-escola para garantir vagas no primeiro ano, a realidade aponta para outra direção. "Essa foi uma conversa que aconteceu entre vários pais da turma da minha filha, mas não encontramos dificuldades para matriculá-la no final do ciclo", conta Ana Carolina Zancopér Rodrigues, mãe de Mariana, que cursa o último ano, e de Bruno, mais novo. "Ela já está matriculada na próxima escola e está animada para a mudança. Não foi difícil encontrar vagas e acho que esse último ano foi muito importante para ela, já que encaramos a escola como uma extensão da família. Acredito que é importante que a criança tenha esse tempo para se despedir das professoras e do ambiente onde ela cresceu. A formatura é um momento simbólico, quase uma premiação por tudo que ela aprendeu", conta.

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Tenho uma filha mais velha que estuda em outro colégio, desde o ensino infantil. Gosto da outra escola, mas sinto que na mesma idade minha filha Fernanda, que está na Sabidinhos, aprende mais. Gosto muito do diálogo que temos com a escola, a proximidade com os profissionais, esse envolvimento que a equipe tem me agrada muito e faz muita diferença para a criança. Acho que elas conseguem captar melhor o dia a dia de cada criança. Eu considerei se mudaria minha filha antes, para já adaptar na escola nova, mas tenho a impressão de que ela está sendo melhor preparada na Sabidinhos. Acho que eles dão uma estrutura emocional melhor e que vai facilitar muito a transição para o 1º ano. Acredito que, para ela, se formar com os amigos e ter esse fechamento vai ser importante. São etapas que vão ajudá-la a compreender as mudanças.

 

Camila Wink Zucchi, mãe da Fernanda (aluna)

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Outra situação comum vivida pelas famílias é transferência de irmãos mais novos para a mesma escola onde o mais velho irá cursar o primeiro ano. Embora a solução possa facilitar a logística, pode não ser a melhor escolha para a criança. "Eu vejo o quanto o tempo que a Mariana passou na escola fez diferença para ela. Não seria justo que meu filho perdesse esse momento, interrompendo o ciclo na metade", defende Ana Carolina. "Acho importante que a criança ouça, de adultos em quem ela confia e com quem convive há anos, sobre o quanto evoluiu e sobre a mudança seguinte. É uma transição importante para que ela entenda que não é mais um bebê, mas uma criança autônoma e pronta para seguir para o próximo capítulo da história", completa.

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A Gabi terminou no Sabidinhos em 2015 e ela chegou ao 1º ano com muita maturidade para enfrentar um novo ciclo. Eu sei que foi em grande parte pelo Sabidinhos. Na escola onde ela fez o primeiro ano, eles ficaram surpresos com a desenvoltura dela, porque ela já sabia escrever e ler, por exemplo. Fora o carinho da Recanto, que é tão aconchegante. Eles acolhem as crianças com carinho e respeito, respeitam o tempo de cada um, ouvem cada preocupação dos pais… A Guadalupe está no penúltimo ano da pré-escola. Acredito que as crianças saem muito doces e inocentes da Sabidinhos, e por isso o aprendizado é muito natural. Quando a parte infantil está sendo cuidada com carinho, ela sai segura, pronta para enfrentar as situações com confiança. Até já tenho uma escola de preferência para a Guadalupe no primeiro ano, mas não tenho intenção de trocá-la antes de finalizar a pré-escola.

 

Melisa Poletto, mãe da Guadalupe (aluna) e da Gabriely (ex-aluna)

Na etapa seguinte, esse preparo também é observado e incentivado. "É importante que a criança conclua todo o processo da Educação Infantil para que ela vivencie todas as etapas planejadas, que são necessárias para seu desenvolvimento cognitivo e emocional", aponta Rosana Mancini Lima, coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental I do Colégio Anglo Leonardo Da Vinci. Para ela, as crianças que cumprem essa etapa da educação chegam melhor preparadas para o Ensino Fundamental. "O amadurecimento precisa seguir essa sequência lógica para que aconteça sem lacunas. Muitas vezes, o impacto de interromper essa etapa pode surgir anos depois, com uma dificuldade na transição para o Fundamental II, por exemplo. Até mesmo a autoestima da criança pode ser prejudicada, já que sem a conclusão do ciclo ela pode sentir que precisa 'correr atrás' para acompanhar outros colegas", comenta Rosana. Segundo a coordenadora, o Recanto dos Sabidinhos oferece um ciclo completo, com suporte pedagógico e emocional. "Percebo neles uma preocupação profissional e individualizada. O comprometimento é com cada criança, com um conhecimento profundo sobre cada aluno e família", completa.

Pedagogicamente, todo o ciclo é pensado para que o aprendizado aconteça de forma gradual e contínua. A cada ano, desde o maternal, a escola constrói bases importantes de conhecimento e desenvolvimento pessoal para cada criança.

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"Muitos dos nossos alunos já saem lendo e se familiarizam até mesmo com a letra cursiva. Tudo isso é parte de um planejamento completo, organizado para que, aos poucos e de modo natural, as crianças aprendam toda a base curricular necessária para o Ensino Fundamental", conta Fernanda. "Interromper esse ciclo pode comprometer o planejamento e, consequentemente, a solidez do aprendizado, que é tão importante para a criança", completa a coordenadora.

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